Depois de duas semanas, cá estamos nós de volta com a contagem de erros de um dos jornais aqui da minha cidade. Este final de semana consegui os dois, mas deu preguiça de ler tudo. Então, li apenas o jornal pequeno, que, convém lembrar, por ser menor não diminui a média de erros por página. Bem, a contagem foi esta:
16 erros de palavras sem acento
12 erros de digitação
08 erros de há/a/à
06 erros de gênero e número
E desta vez o recorde foi batido: a média foi de 5,25 erros por página.
As pérolas da semana foram "decições", "prevalescer" e "existem coisas muito mais importante a ser feito". Outra coisa importante a lembrar é que dos 16 erros de digitação, 12 ou 13 estavam no mesmo texto.
Por fim, uma pérola que saiu na edição extra do jornal grande, quarta-feira passada: "reinalguração".
Música - Michael Jackson - Ghosts
Lançado em 1997, o curta metragem Ghosts é uma das provas de Michael Jackson é merecidamente chamado de O Rei do Pop. E, como é bem dito no livreto que vem na caixa da edição especial, este pode ser chamado de "o novo Thriller". O curta conta a história de um grupo de pessoas que vai à casa de um sujeito esquisitão que gosta de assustar os outros, na tentativa de fazê-lo ir embora. Chegando lá, este sujeito dá uma bela aula de o que é assustar, tudo recheado de muita música e muita dança. Assim como em todos os clipes do Michael, os efeitos especiais são fazer qualquer um babar: tem até mesmo um esqueleto dançando, fazendo o moonwalk. Ao final, um pequeno making of enquanto os créditos rolam pela tela. No total, dá cerca de 38 minutos de vídeo.
Acompanhando a fita VHS, a caixa traz dois cds. Um deles é um single que tem dois remixes de músicas do curta e uma música inédita saída de um filme do Spike Lee. Esta inédita, aliás, é muito legal. Procurem por ela: On the Line. O outro cd é o Blood on the Dance Floor, que foi lançado também em 1997, se não me engano. Este cd é dance do início ao fim, afinal, de suas treze músicas oito são remixes de canções saídas do HIStory (não é por menos que ele tem como sub-título "HIStory on the Mix"). Conseguiram tornar dançantes até mesmo as lentas You Are Not Alone e Stranger in Moscow. As outras cinco músicas são inéditas (para a época, claro), sendo duas delas saídas do curta Ghosts, e todas também são excelentes para uma pista de dança. Este é um daqueles discos feitos para serem ouvidos com o volume lá em cima.
A caixa traz também um livreto, o mesmo que foi feito para o Festival de Cannes, quando Ghosts estreou. Muito bem feito e com excelentes fotos, dá um toque pra lá de especial à caixa.
O que há mais para dizer? Como sou rato de cds, gosto de ler de cabo a rabo os livretos que acompanham os cds que compro, e no livreto do Blood on the Dance Floor, imaginem a minha surpresa ao ver que este cd é dedicado, entre outros, a Elton John!
Mony, você tinha que ver isso...
Acompanhando a fita VHS, a caixa traz dois cds. Um deles é um single que tem dois remixes de músicas do curta e uma música inédita saída de um filme do Spike Lee. Esta inédita, aliás, é muito legal. Procurem por ela: On the Line. O outro cd é o Blood on the Dance Floor, que foi lançado também em 1997, se não me engano. Este cd é dance do início ao fim, afinal, de suas treze músicas oito são remixes de canções saídas do HIStory (não é por menos que ele tem como sub-título "HIStory on the Mix"). Conseguiram tornar dançantes até mesmo as lentas You Are Not Alone e Stranger in Moscow. As outras cinco músicas são inéditas (para a época, claro), sendo duas delas saídas do curta Ghosts, e todas também são excelentes para uma pista de dança. Este é um daqueles discos feitos para serem ouvidos com o volume lá em cima.
A caixa traz também um livreto, o mesmo que foi feito para o Festival de Cannes, quando Ghosts estreou. Muito bem feito e com excelentes fotos, dá um toque pra lá de especial à caixa.
O que há mais para dizer? Como sou rato de cds, gosto de ler de cabo a rabo os livretos que acompanham os cds que compro, e no livreto do Blood on the Dance Floor, imaginem a minha surpresa ao ver que este cd é dedicado, entre outros, a Elton John!
Mony, você tinha que ver isso...
Aventura em Grupo
Há cerca de dois meses eu falei sobre as tais "aventuras solo", onde a gente lê uma história cortada, onde ao final de cada página há uma decisão a tomar, cada uma levando a uma página diferente. Assim, podemos ler a história várias vezes, e se tomarmos diferentes decisões, ela será sempre diferente. Sugeri na época que fizéssemos isso aqui, pois tenho duas histórias dessas em uma revista, e a idéia foi aprovada. Então hoje eu peço licença à revista Dragão Brasil e começo a brincadeira com as histórias que saíram nesta revista. A história é de tema medieval: dragões, guerreiros, magia.... essas coisas. Vamos lá?
Você irá atuar como Willian Heuser, um guerreiro eclesiástico de uma ordem sagrada, com poderes mágicos concedidos pelo deuses. Depois de anos de intenso treinamento, finalmente chega o dia em que receberá sua Espada Sagrada - uma arma mágica formidável, com poderes que tornam-se maiores nas mãos de um representante dos deuses. Uma grande cerimônia é realizada no templo de sua ordem, e você reforça seus votos divinos, jurando devotar sua vida em nome de Hedryl, o Deus da Justiça.
As comemorações terminaram e você está a caminho de casa, em uma vila próxima, quando ocorre um encontro inesperado: um viajante está caído à beira da estrada. Suas roupas estão sujas e rasgadas, embora pareçam ter sido luxuosas outrora. E ele está sendo cruelmente espancado por um banco de ladrões. Cinco deles. Quantidade pequena demais para fazer frente a um guerreiro de Hedryl.
A luta é breve. Os assaltantes que não morreram fogem da fúria de sua lâmina. Você devolve a Espada Sagrada à bainha e presta socorro ao viajante caído. Quando ele se recupera, diz que está procurando ajuda para sua vila, que está sendo aterrorizada por um dragão. Um dragão vermelho.
Um dragão vermelho? Pelo visto, o deus Hedryl está colocando você no caminho da justiça mais cedo do que esperava. Sua missão exige a morte de uma criatura tão maligna. A vila ameaçada fica a dois dias de viagem, e você segue para lá.
A viagem até a vila não é longa, mas tem sua dose de perigo. Logo você alcança as proximidades do Pântano da Agonia, um lugar habitado por todo tipo de horrores rastejantes. Contornar essa região maldita é mais seguro, mas levaria tempo demais - tempo que pode custar a vida de mais vítimas do dragão. Seguir através do pântano, por outro lado, é um convite para saciar o apetite dos predadores que infestam suas águas.
E aí está sua primeira decisão: seguir pelo Pântano da Agonia ou dar a volta? Respostas nos comentários.
Você irá atuar como Willian Heuser, um guerreiro eclesiástico de uma ordem sagrada, com poderes mágicos concedidos pelo deuses. Depois de anos de intenso treinamento, finalmente chega o dia em que receberá sua Espada Sagrada - uma arma mágica formidável, com poderes que tornam-se maiores nas mãos de um representante dos deuses. Uma grande cerimônia é realizada no templo de sua ordem, e você reforça seus votos divinos, jurando devotar sua vida em nome de Hedryl, o Deus da Justiça.
As comemorações terminaram e você está a caminho de casa, em uma vila próxima, quando ocorre um encontro inesperado: um viajante está caído à beira da estrada. Suas roupas estão sujas e rasgadas, embora pareçam ter sido luxuosas outrora. E ele está sendo cruelmente espancado por um banco de ladrões. Cinco deles. Quantidade pequena demais para fazer frente a um guerreiro de Hedryl.
A luta é breve. Os assaltantes que não morreram fogem da fúria de sua lâmina. Você devolve a Espada Sagrada à bainha e presta socorro ao viajante caído. Quando ele se recupera, diz que está procurando ajuda para sua vila, que está sendo aterrorizada por um dragão. Um dragão vermelho.
Um dragão vermelho? Pelo visto, o deus Hedryl está colocando você no caminho da justiça mais cedo do que esperava. Sua missão exige a morte de uma criatura tão maligna. A vila ameaçada fica a dois dias de viagem, e você segue para lá.
A viagem até a vila não é longa, mas tem sua dose de perigo. Logo você alcança as proximidades do Pântano da Agonia, um lugar habitado por todo tipo de horrores rastejantes. Contornar essa região maldita é mais seguro, mas levaria tempo demais - tempo que pode custar a vida de mais vítimas do dragão. Seguir através do pântano, por outro lado, é um convite para saciar o apetite dos predadores que infestam suas águas.
E aí está sua primeira decisão: seguir pelo Pântano da Agonia ou dar a volta? Respostas nos comentários.
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