Música do Século XXI

Frase fácil de ouvir é aquela de que hoje em dia não se faz música boa. Eu sempre retruco que não é bem assim, que hoje em dia tem muita música boa sendo feita sim, só que é preciso procurar. Volta e meia publico no Facebook indicações de novos artistas, gente que começou a carreira há pouco tempo.

Aí as pessoas me perguntam como é que eu faço para conhecer essas novas bandas. As origens são várias: minha conta de dez anos no last.fm, o algoritmo de recomendações do Deezer, alguns sites que falam de música, como o Collector's Room e o Tenho Mais Discos Que Amigos, e muitas conversas com amigos que gostam de conhecer novos sons.

Colocando em prática um plano que já vínhamos cozinhando há uns dois anos, pelo menos, eu e meu amigo Kildary Klein lançamos hoje a página Música do Século XXI. Fizemos isso porque já ouvimos muito essa história e sabemos que não é verdade. Ela pode não saber, mas a pessoa que diz isso na verdade quer dizer que a música que faz sucesso hoje em dia não é a música que ela gosta de ouvir. E nesse ponto nós até concordamos: também não curtimos a maior parte do que toca nas rádios, nas festas, nos programas de televisão.

Mas dizer que hoje em dia não se faz música boa é desmerecer a multidão de artistas que estão espalhados por aí produzindo material de qualidade. Só que é preciso procurar. E é pra te ajudar na busca pela boa música, feita hoje em dia, que a nossa página surgiu.

A ideia é publicar algumas vezes por semana uma indicação de artista/banda contemporânea. Não vamos seguir um único estilo e a música pode vir de qualquer lugar. Vai ter metal brasileiro, vai ter pop indonésio e vai ter rock inglês. Só há duas regras: ser música nova e ser música boa.

Conhece alguém que diz que hoje em dia não existe música boa? Você diz isso? Conheça, curta e compartilhe nossa página.

Dos porques

Resolvi simplificar o português que eu uso. Afinal de contas, a língua é viva e é nossa, fazemos com ela o que bem entendemos.

Se por um lado eu me dou muito bem com as crases, cansei de tentar registrar as regrinhas dos porques. Já há um tempo, "porque" pra mim é sempre junto, e sem acento.

Porque? Porque nunca consegui entender a lógica por trás de quatro variantes e porque já tentaram me ensinar uma penca de vezes e eu retive a informação por no máximo uns dos dias.

O que normalmente acontecia era que eu escrevia um porque e então ficava na dúvida se tinha escrito certo, porque já não lembrava mais como era pra ser.

Para eliminar a dúvida eliminei a regra. Vai que cola.

Do Que Fazemos Com Nós Mesmos

Muitas pessoas acreditam no poder das palavras e dizem que elas conseguem transformar a realidade. Religiões têm muito disso, livros de autoajuda também, elevando algumas palavras ao pedestal de redentoras e rebaixando outras ao fundo do poço. A cultura também está cheia delas.

Mesmo sendo uma pessoa que ignora este papel místico dado às palavras, vejo que a forma de falarmos pode revelar muito sobre como a gente vive nossas vidas. E que, com a devida atenção, podemos identificar formas sutis de autossabotagem e adotar pequenas mudanças na nossa forma de pensar que podem gerar ótimos benefícios pro nosso bem estar.

É para compartilhar uma dessas minhas descobertas que escrevi o texto que foi publicado hoje lá no Papo de Homem.

Nele, conto mais um pouco da minha saga em busca de ser uma pessoa melhor.

Mais uma vez, agradeço à equipe do Papo de Homem por terem aberto espaço para minhas histórias. Ver que elas motivam e inspiram outras pessoas a enfrentar seus problemas é muito gratificante. Valeu mesmo. Vocês são 10.