Tudo Azul, Completamente Blue

E tome-lhe cara nova pra vocês! Novo logotipo, novas cores. Mas o 'blue' do título não é de tristeza, tá? É de azul mesmo. Já que tem muita gente fazendo troca-troca nos seus blogs, o inquieto Mário resolveu brincar um pouco com o Sarcófago. Pinta, experimenta, troca, apaga, faz de novo, inventa, e tá aqui.

Além da novidade das cores, uma funcionalidade adicionada: a coluna da direta é flexível. Se o tamanho da janela mudar, ela acompanha a mudança.

Mas e aí, o que acharam?

Que Não Tenham Piedade de Mim

Certas canções que ouço cabem tão dentro de mim,
Que perguntar carece: como não fui eu que fiz?

Estes versos são de Milton Nascimento. E estes versos falam de si mesmos. Como pode ser que eu mesmo não os escrevi, se eles sempre moraram em mim? Mas a vida é assim mesmo, volta e meia eu encontro alguma letra que me faz pensar nos versos aí de cima.

Há muito tempo tenho uma ligação íntima com música. Elas fazem parte de mim. Como diria meu camarada Júnior, elas são essência da minha vida. E não estou a exagerar. Existem músicas que dizem o que penso, e outras que me ensinam a pensar e viver melhor.

Esta música daqui de baixo é de Cazuza e do Frejat. Quando a escutei pela primeira vez, ou, mais especificamente, quando prestei atenção em sua letra pela primeira vez, vi que ali estava um modelo para minha vida. Vi que naquelas palavras estava o que eu pensava, e o que eu deveria aprender a pensar. Desde então, tento viver minha vida de um modo que jamais eu me torne numa das pessoas citadas pela letra.

Ó, Deus, que ninguém jamais cante um Blues da Piedade para mim. Amém.

Agora eu vou cantar pros miseráveis
Que vagam pelo mundo derrotados
Pra essas sementes mal plantadas
Que já crescem com cara de abortadas
Pras pessoas de alma bem pequena
Remoendo pequenos problemas
Querendo sempre aquilo que não têm
Pra quem vê a luz mas não ilumina suas minicertezas
Vive contando dinheiro e não muda quando é lua cheia
Pra quem não sabe amar
Fica esperando alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada

Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde

Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem

Quero cantar só para as pessoas fracas
Que estão no mundo e perderam a viagem
Vamos pedir piedade
Pois há um incêndio sob a chuva rala
Somos iguais em desgraça
Vamos cantar o blues da piedade

Aventura em Grupo - Parte VI

Finalmente uma votação apertada. Por 3 votos contra 2, vamos então seguir para o encontro com o criador do nosso colega vampiro. Ah, sim, desculpem por não continuar com a história na segunda, como eu tinha dito, mas eu tava bem maus de gripe. Vamos à história, então:

Talvez seja melhor obedecer ao seu criador, se você espera descobrir mais sobre a sociedade dos vampiros e a sua própria natureza. Além disso, o sujeito deve-lhe algumas explicações - você nunca PEDIU para tornar-se um sanguessuga! Não irá desarmado, em absoluto. Você veste algo adequado, afivela no peito o coldre de sua .45, guarda a arma e ruma para o local combinado.

Lá está ele. O miserável faz uma vênia e tenta mostrar-se majestoso, mas você o vê apenas como possível fonte de informações. Talvez nem isso.

- Alegre-se, minha prole - diz ele, percebendo a fúria em seu olhar. - Este é um dia importante. Vou apresentá-lo oficialmente ao senhor dos senhores, o mestre de todos os vampiros daqui. Depois disso você não será mais um pária, mas sim um legítimo membro da sociedade dos predadores!

Supondo que isso seja verdade, talvez signifique para você um passo importante como vampiro. Ser apresentado ao chefão. Mas... será que você quer realmente conhecer esse sujeito?

Escolhas da vez: ou obedecer ao próprio criador e ir com ele, ou rebelar-se e acabar com o desgraçado. Como sempre, escolhas nos comentários e continuação, se possível, na segunda.