A Bruxa Está Solta

Não, isso não é um post inspirado no Halloween. A bruxa está solta é na banda do Elton John.

Primeiro morre o Guy Babylon, depois o Bob Birch sofre um acidente e é obrigado a se apresentar num show sentado numa cadeira, e agora é o próprio Elton John que está muito mal. Tudo começou com uma gripe forte e agora, depois de oito shows cancelados, já surgem notícias de que ele está com infecção de E.coli.

Jesus, tomara que a onda de azar passe logo.

Faz-me rir Google III

Segue aí mais uma coleção de pérolas que colhi enquanto via as buscas que levaram alguns internautas e chegarem até o Sarcófago. Primeiro, como sempre, algumas maneiras diferentes de escrever Elton John:

elton dhon
eltoh john
elton jone
elton jown
elton johon
elton dow


Em seguida, alguns jeitos estranhos de escrever os nomes de artistas famosos:

musicas do elvis plazer
cansiones de filcoli


Vamos então às buscas inusitadas:

quem nasce em cachoeiras de macacu é oque ?
Uma menina cretina de Patos de Minas disse que era Macacuano, mas né não. É Cachoeirense.

hondas magnenicas
Seria isso um novo modelo das motos da honda?

perguntas a fazer a um escritor
- Ei, quero comprar vinte livros teus, qual é o número da tua conta?

como fazer aqueles simbolos no teclado ?
Ah, tá, agora eu tenho bola de cristal, né?

coléga tem acento?
Se você já decidiu que sim, quem sou eu pra discordar?

como apagar alguma coisa no word
Deslique o monitor. Some tudo na hora.

camião de concreto
E viva a inclusão digital!
maiores dúvidas dos católicos
- Onde será que eu acho na Bíblia uma razão pra gente dar mais valor a Maria do que a Jesus?
- Por que os crentes vivem nos convidando para ir na igreja deles mas eles nunca assistem a uma missa?

papel de paredes lindas cachoeiras gratis fazendo ondas e barulhos
As maravilhas da tecnologia não param de me surpreender: agora temos fotos que fazem barulho!

musica casamento princesa diana elton john
Eles eram amigos mesmo, viu? O cara cantou no funeral dela e no casamento também! Será que ele cantou na festinha de um ano dela?

frase gastronômica
Estou com fome.

o que blutuf
Blutuf é o jeito errado de escrever Bluetooth, que, por sua vez, se lê blutuce.

texto no word apagou
Você deve ter desligado o monitor, não?

Por fim, aproveito para responder a duas buscas que são realmente interessantes:

ouvir elvis cantando bridge over troubled water
Boa pedida! Escrita por Paul Simon e Art Garfunkel, esta música é uma das mais bonitas que conheço, com uma letra espetacular e melodia idem. A versão de Elvis é tão boa, mas TÃO BOA, que existe até uma lenda de que Simon e Garfunkel teriam dito que a música deveria deixar de ser conhecida como deles para se tornar uma música do Elvis.



elton jonh canta funeral garoto
Em 1990 morreu de AIDS Ryan White, moleque americano com quase vinte anos. Elton John cantou Skyline Pigeon no seu funeral. Mais detalhes na Wikipedia.

***


Leia outros "Faz-me Rir Google": parte I e parte II

Exemplos Escassos

Depois de anos e anos estudando programação, análise e modelagem de dados, cheguei a uma triste conclusão: gente de informática não tem criatividade. Por que diabos os exemplos são sempre aluno/curso, venda/produto, funcionário/dependente? Não existem outros exemplos?

Por que não dar exemplos de gravadora/artistas, ações/investidores, receitas/ingredientes? Por que não imaginar que vamos fazer um sistema para help desk, ou para uma empresa de manutenção de lavadoras, um jogo simples, ou até mesmo para um puteiro?!

Mas não, os exemplos têm que ser sempre os mesmos. É sempre a mesma coisa de venda com itens de venda, empregados que gerenciam empregados. Até parece que os únicos programas que se fazem no mundo são pontos de venda e folhas de pagamento. Acredito que isso acaba engessando a criatividade e o raciocínio do pessoal que trabalha com o desenvolvimento de aplicativos.

Não creio que seja necessário chegar ao extremo de dar aulas dando exemplo sobre buracos e vaginas, mas bem que os professores e autores poderiam ser mais criativos.

***


Veja outros artigos aqui no Sarcófago sobre análise de sistemas.

Eu Tenho Medo do Google

Que o Google é um complexo fuderoso e impressionante de sites e aplicativos muito bons ninguém pode negar. A busca é ótima, o Orkut é um sucesso, pelo menos no Brasil, o Gmail é prático e rápido e a lista não pára de crescer. Só que a cada dia que passa uma pulga incomoda um pouco mais o verso da minha orelha: e se o Google parar de se preocupar com a nossa privacidade? Ou, pior, e se ele já está fazendo isso na encolha, cruzando os dados dos seus usuários?

Veja só: no Orkut nós montamos nossos perfis e entramos nas comunidades que mais nos apetecem. Saímos dali e vamos no YouTube assistir vídeos. No Google Reader assinamos os feeds dos sites que mais gostamos. No GMail estão todos os nossos emails. Na parte de buscas o Google armazena todo o nosso histórico de pesquisas. No Google Docs temos nossas planilhas e nossos documentos. Nossos blogs estão no Blogger. As fotos estão no Picasa. Vemos o mundo através do Google Maps.

Para o Google, cruzar estas informações todas não deve ser muito difícil, não apenas entre os aplicativos que você usa, mas também entre as coisas que você faz e o que os outros usuários fazem. O last.fm já faz isso para te dar indicações de músicas e artistas, apenas se baseando no que seus usuários escutam. Se o Google já faz isso para poder exibir anúncios personalizados, não deve ser tão complicado assim aumentar o poder do negócio para começar a prever os seus passos. Dá, sim, uma pontinha de medo do que eles podem querer aprontar.

Mas me diz, como é que vamos viver sem o Google?

Republicação: Ensaio Sobre o Voto em Branco

Escrevi o texto a seguir em agosto de 2006, às vésperas da eleição presidencial, e publiquei no antigo Sarcófago. Republico aqui porque o acho um bom texto que não merecia ser apenas apagado de lá. Hoje já não compartilho tanto assim das minhas próprias opiniões, e vejo que vale sim, pelo menos um pouco, a pena de gastar seu tempo procurando informações sobre candidatos, pelo menos nas eleições municipais. Depois do texto, publico também o comentário que o Alexandre Inagaki (citado no texto) deixou no blog.

***


Eu nunca fui muito chegado a papos de política. Primeiro porque essa raça me dá asco. Segundo porque para entender de política é preciso entender de estratégias, e nisso eu sou um fiasco. Nunca aprendi a jogar xadrez por esse motivo.

Então, há uns bons anos, lendo o blog do Alexandre Inagaki, dei com um texto em que ele falava de gente besta, que diz não gostar de política e chega a bater no peito com orgulho por causa disso. Apesar de não me achar besta, a coisa serviu muito bem pra mim. Não que eu saia por aí dando uma de King Kong batendo no peito, mas é que eu, realmente, não faço o mínimo esforço que seja para entender nada sobre o assunto.

De qualquer maneira, quando eu vejo uma pessoa safa como Inagaki falando alguma coisa que seja contrária às minhas opiniões, sempre paro para pensar no assunto e tento ver se eu estou errado ou se continuo pensando o que pensava. Na época, então, pensei e vi que devia continuar como estava.

Escrevo tudo isso simplesmente porque esta semana, com a aproximação das eleições, ele voltou ao assunto. Entre outras coisas, ele disse o seguinte: que acha errado as pessoas votarem nulo ou em branco, alegando que nenhum político presta; e que, ao invés disso, as pessoas deveriam investigar o passado dos candidatos e só então escolher os que considerarem mais aptos.

Realmente, esta seria a atitude mais correta. Quando um patrão vai contratar um funcionário para sua empresa ele não pede o currículo e faz entrevistas? Quando um estudante vai montar a sua equipe de projeto final ele não analisa o conceito e a experiência de seus colegas para montar um grupo capacitado? O mesmo deveria acontecer nas eleições.

Mas será que vale a pena?

Creio que não. De nada adianta eu passar algumas horas pesquisando o passado dos candidatos, para descobrir um deles que valha a pena votar, e que normalmente é um humilde, que está lá só para preencher os espaços que sobram nas chapas dos partidos, se no final das contas, mesmo se for eleito, ele não terá voz ativa, sendo logo esmagado sob a pressão exercida pelo lado mau da força, ficando incapaz de realizar qualquer ação de maior valor em benefício da população?

Além do que, num país onde a maioria das pessoas vota em massa em certos candidatos puramente por aparências ou por conta de discursos bonitinhos, votar em um candidato diferente e desconhecido é a mesma coisa que anular seu voto. Quanto a isso, alguns podem até argumentar que pelo menos estão com a consciência limpa de terem votado em alguém que presta, mas na minha isso não faz diferença.

Posso até, a muito custo, concordar com o Inagaki políticos honestos existam, mas é público e notório que os políticos corruptos abundam. E contra este imenso contingente de canalhas e manipuladores não há honestidade que agüente.

E por isso eu, ao invés de pesquisar o passado dos candidatos, passo o tempo ouvindo música clássica, que é muito melhor, e nas eleições voto em branco sem remorso.

***


Comentário do Alexandre Inagaki: Mário, se você se esquiva de fazer a sua parte, está colaborando com o imenso contingente de canalhas e manipuladores que serão eleitos graças ao seu poderio econômico (leia-se: verbas para outdoors, camisetas, etc etc). Veja os políticos que são mais atuantes nas CPIs, os partidos aos quais pertencem os sanguessugas, visite sites como o Transparência Brasil, e você encontrará gente que, em vez de simplesmente se juntar à escumalha de céticos e cínicos que cruzam os braços permitindo que os notoriamente corruptos façam a festa, ainda crêem e lutam por seus ideais, em vez de mergulharem no individualismo estéril. Creio que, sim, vale a pena, ter um pouco mais de trabalho e não desperdiçar seu voto.

Mania de Perseguição ou Legítima Defesa?

Quando a luta contra o racismo deixa de ser legítima defesa e se torna pura mania de perseguição? Ou, até, será que esta questão é válida de ser levantada?

Deixa eu me explicar: desde que o Rio de Janeiro foi escolhido como a cidade sede das Olimpíadas de 2016, o prédio da Prefeitura está enfeitado com quatro grandes cartazes, três com crianças vestidas com uniformes de diferentes esportes e o último com os dizeres "Um outro futuro começa agora". Bonito de se ver, eu gostei desde a primeira vez que os vi. Além disso, as mesmas fotos das três crianças, e de mais um outro menino que não estava lá, estão espalhadas pela cidade, em pontos de ônibus, relógios e bancas de jornal. Três das crianças têm a pele clara e uma tem a pele morena (daquele moreno que na minha opinião falta muito para chegar ao negro). O garoto da pele morena é o que não estava na prefeitura.

Aí que ontem vi uma coisa no jornal do cara ao meu lado no ônibus e depois pude comprovar em pessoa quanto cheguei ao Rio de Janeiro: um dos cartazes da prefeitura foi trocado. Tiraram um deles para colocar o cartaz que traz a foto do menino moreno.

Minhas queridas leitoras vão perguntar: por quê?!

Simples: porque militantes de movimentos pela consciência negra reclamaram, dizendo que a Prefeitura e os publicitários agiram de forma racista, não colocando a foto do menino moreno lá. Disseram ainda que sua foto estava escondida nos pontos de ônibus. Como se ninguém usasse os pontos de ônibus do Rio.

Voltamos então à minha primeira pergunta, lá de cima: quando a luta contra o racismo deixa de ser legítima defesa e se torna pura mania de perseguição? Será que não chega um ponto em que estes militantes veem qualquer ato como racista, graças a este ou aquele detalhe? Imagine que houvesse uma quinta foto de uma criança de traços orientais: seria justo, ou correto, sei lá qual a palavra certa, que a colônia japonesa no Brasil reclamasse de a foto não estar lá em frente ao prédio da Prefeitura? Eu, pessoalmente, creio que não.

Mas temos também a segunda questão lá de cima: será que a primeira pergunta é válida de ser levantada? Vejam só, eu sou o que é considerado a "raça certa", que tem todos os privilégios de não ser da "raça errada": policiais não me param por qualquer coisa nas ruas, eu posso entrar em uma loja para pedir informações sem que fiquem achando que vou roubar alguma coisa, minhas namoradas podiam me apresentar aos seus pais sem que eu ficasse com medo de represálias, etc e tal.

Por conta disso, nunca sofri preconceito, não sei a dor disso na minha pele, e sou uma das pessoas mais incapazes que há para, em certos momentos, dizer que este ou aquele ato é preconceito ou não. Daí eu questionar se eu posso perguntar a diferença entre mania de perseguição e legítima defesa.

Ao mesmo tempo em que acho ridículo chamarem de preconceito o fato de uma foto de um garoto moreno ter ficado de fora da fachada da Prefeitura do Rio, também acho que posso estar sendo o pior dos racistas ao não reconhecer que esta é, sim, uma atitude preconceituosa do governo carioca e da agência de publicidade responsável.

Pra esta pergunta, infelizmente, eu não tenho a resposta. E vocês queridas leitoras, qual é a sua opinião?


***


No site do Ministério Público Federal há uma matéria sobre o assunto, onde é possível ver fotos da fachada da Prefeitura do Rio da Janeiro antes de depois da mudança.

No blog do Alex Castro há uma longa e interessantíssima discussão sobre racismo. Não percam.

Outra coisa que eu gostaria de saber é a opinião dos pais do menino moreno sobre o assunto.

Por fim, ainda bem que não tiraram a foto da menininha vestida de ginasta: ela é uma graça e adoro olhar pra ela quando passo por lá.


***

Chrono Trigger

Em meados da década de 90, o jornal O Globo trazia um caderno aos domingos que era voltado para os adolescentes e jovens. Este caderno, edição sim edição não, trazia uma coluna que falava sobre lançamentos de jogos de video game. Era a época de ouro do Super Nintendo.

Foi nele que tive meu primeiro contato com o jogo Chrono Trigger. Lembro de ter achado interessante aquela história de um personagem que tinha como amigos um sapo e um robô. Ainda mais por se tratar de um RPG, o tipo de jogo que eu estava começando a me interessar, graças às longas horas que tinha passado jogando Phantasy Star no meu velho Master System.

Meses mais tarde, quando fui ver os jogos que o dono da locadora Martinez tinha trazido dos Estados Unidos, aquele moleque de cabelos vermelhos espetados logo chamou a minha atenção: era o jogo sobre o qual eu tinha lido tempos antes. Claro que aluguei sem pestanejar.

Passei o final de semana todo jogando o dito cujo, que foi devolvido na segunda feira já sob o título de Melhor Jogo do Mundo.

Lembrem-se, crianças, que isso foi antes de termos internet à vontade: nós sequer tínhamos computadores! E a única fonte de informação sobre jogos eram as revistas, que traziam dicas e, às vezes, os detalhados detonados.

Comprei uma que tinha umas dicas e aluguei o jogo durante uma semana inteira. Eu não fazia outra coisa além de jogar, e depois de quase esfolar o dedo e gastar uma boa grana, entreguei a fita sabendo que não tinha chegado nem na metade daquela história fascinante sobre viagens no tempo.

Tudo no jogo era sensacional: a história, os efeitos, os personagens, a música. Cismei que tinha que comprar a fita. Na época um jogo novo custava R$ 120,00, o que era mais do que o salário mínimo, motivo pelo qual minha família me proibiu de comprá-lo. Ainda assim, eu alugava-o de vez em quando e aporrinhava o pessoal da locadora, implorando para que eles me vendessem a fita. Meu principal argumento era o de que eu era o único que a alugava.

Sim, eu era o único, pois como o jogo é em inglês e é preciso ler muita coisa para chegar ao final e desvendar os seus segredos, ninguém mais o alugava. Depois de vários meses, venci a batalha e comprei a fita, com caixa, manual e tudo o que tinha direito. E o melhor: a um preço mais camarada.

E aí foi a festa, horas e horas com os olhos grudados na TV, para tentar fazer aquele garoto e seus amigos salvarem o mundo viajando no tempo.

Chrono Trigger tem um enredo fascinante, personagens carismáticos, várias aventuras paralelas, e uma característica inovadora muito maneira que faz você nunca querer parar de jogar: depois que você termina o jogo a primeira vez, você pode reiniciar o jogo e os personagens estarão com os mesmos poderes e itens do jogo terminado, abrindo as portas para um jogo aparente mais fácil, mas que permite terminá-lo de mais de dez maneiras diferentes.

Joguei tanto, mas tanto, que até meu pai já sabia assobiar uma das músicas do jogo. E outro detalhe, eu sei de um item secreto que, ao que parece, não é de conhecimento da comunidade de fãs do jogo. Eu já procurei sobre esse item em dezenas de sites e nunca vi nenhuma referência a ele.

Chrono Trigger já teve uma versão para Playstation I, com vários recursos extras, do qual já tive uma cópia mas infelizmente perdi, e foi relançado recentemente para o Nintendo DS, também com algumas novidades.

Considerado por muitos como o melhor RPG já feito para o Super Nintendo e um dos melhores RPGs de qualquer plataforma, já inspirou uma produção musical independente (a belíssima Chrono Symphonic), um livro não publicado, uma tentativa de remake em 3D embarreirada pela SquareSoft, produtora do jogo original, um pedido de casamento e sua trilha sonora foi lançada oficialmente, em disco triplo, além de ter um disco de remixes oficial, com algumas das melhores músicas refeitas ao estilo jazz e até mesmo bossa nova.

Se você curte jogos de RPG e não conhece esta jóia, não perca mais tempo, baixe logo um emulador e sua ROM e divirta-se (ou, se preferir, compre uma fita no Mercado Livre que tem aos montes). Por causa deste jogo é que eu não me desfaço do meu Super Nintendo: o cartucho e o console já se aglutinaram em uma coisa só há anos e sempre que posso eu passo alguns minutos me divertindo com ele.

Embrião de Monografia

Hoje eu comecei a escrever a monografia que devo entregar à Estácio como trabalho final de curso da minha pós graduação em administração em banco de dados. O texto abaixo é parte do projeto de pesquisa que devo entregar e faz o papel de embrião da monografia. Daqui a no máximo dois meses, estes três parágrafos terão se transformado em trinta páginas. Lá embaixo está o livro que vou utilizar como referencial teórico na minha pesquisa.

O tema central da pesquisa será o funcionamento do sistema Weka, cujo objetivo é, em poucas palavras, oferecer de forma simples várias ferramentas de mineração de dados, disponibilizando uma série de algoritmos desenvolvidos para fazer com que computadores sejam capazes de aprender e descobrir padrões em grandes conjuntos de dados.

A pesquisa será voltada para a análise e exposição das características principais do sistema, buscando pôr luz na sua importância tanto para fins educacionais quanto para indivíduos e empresas que desejam extrair informações de seus bancos de dados que, de outra forma, se tornariam extremamente penosas de se obter.

Atualmente, aumenta cada vez mais o número de empresas proprietárias de bancos de dados cujos tamanhos crescem exponencialmente e, ao lado disso, surge a curiosidade sobre padrões de dados podem estar ocultos em tanta informação. O autor da pesquisa acredita que divulgar e explicar funcionamento de um sistema de mineração de dados pode contribuir tanto para suprir a demanda destas empresas quanto para despertar o interesse de estudantes de tecnologia para uma ferramenta e um assunto cada vez mais procurados e discutidos.



***


Data Mining: Practical Machine Learning Tools and Techniques

Computadores e Eu

Vou começar a escrever uma série de artigos para publicar aqui no Sarcófago dentro de algumas semanas para contar a minha trajetória no mundo da informática. Do primeiro contato ao emprego no Rio de Janeiro.

As minhas leitoras têm alguma curiosidade específica que gostariam de ver nestes artigos?

As Aventuras do Rapaz Mais Tímido do Mundo

Foi levado às pressas para o hospital porque ficou com vergonha de dizer que era alérgico a camarão.

Dica de Leitura

"Como primeira providência, pílulas no lixo. (...) Três decepções e ela concluiu que um dos dois era estéril. Médicos (...) tentando convencê-la de que era muito cedo. Resultado: Elias foi obrigado a se submeter aos métodos conselhos-de-amigas."

Quer saber o final da história? Então vá ler o conto Telefonemas lá no blog da Ana Cristina Melo, vá! Garanto que você não vai perder seu tempo.